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	<title>Marketing Digital &#124; blog do Fred Pacheco &#187; crm</title>
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	<description>um blog sobre marketing digital que apresenta casos, estudos, métricas e tendências</description>
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		<title>Nem só de TV vive o consumidor</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pachecosp</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agências e anunciantes já perceberam a importância da mídia online e investem (ainda que timidamente) parte de seu orçamento neste canal. É um bom começo, mas não resolve se for encarado apenas como um “outro canal”, ao invés de compor um planejamento integrado de comunicação da empresa.
É preciso aproveitar e integrar todos os pontos de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fredpacheco.wordpress.com&blog=4679828&post=22&subd=fredpacheco&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Agências e anunciantes já perceberam a importância da mídia online e investem (ainda que timidamente) parte de seu orçamento neste canal. É um bom começo, mas não resolve se for encarado apenas como um “outro canal”, ao invés de compor um planejamento integrado de comunicação da empresa.</p>
<p>É preciso aproveitar e integrar todos os pontos de contato com o cliente – mídias, lojas, call center, entregas, cobrança, auto-atendimento – para manter um “diálogo” coerente e contínuo com este cliente. Em recente entrevista para a revista Exame, Shelly Lazarus, CEO mundial da Ogilvy &amp; Mather, comentou que os <strong>novos meios</strong> de comunicação respondem por <strong>56% do faturamento</strong> do grupo. “Hoje não existe distinção se vamos falar com o consumidor pela internet, pelo celular, pela televisão ou por uma sacola distribuída no supermercado. Procuramos simplesmente o melhor meio de atender à necessidade do cliente e toda a equipe trabalha em conjunto nisso”, acrescentou.</p>
<p>O desafio é ter uma visão única deste público-alvo, de forma a permitir que os diversos momentos de contato com ele sejam planejados e coerentes. Algumas mídias tradicionais como a TV não permitem customização profunda, no máximo campanhas com ondas seqüenciais – embora a ainda recente <strong>TV digital</strong> <strong>interativa</strong> deva mudar isso. No entanto, novos canais como a <strong>internet</strong> ou a <strong>telefonia móvel </strong>permitem personalizar a mensagem ao comportamento do usuário e este será o próximo grande salto publicitário, rumo ao efetivo resultado de um planejamento integrado.</p>
<p>Um banco, por exemplo, se relaciona com os clientes através de diversos canais; e deve aproveitar a todos para ampliar o seu relacionamento. É preciso mapear quando o cliente se relaciona por cada canal, qual é a operação realizada, os produtos que já possui e suas preferências, para entregar a mensagem mais relevante para cada cliente e a cada interação, aumentando assim o índice de conversão das campanhas.</p>
<div class="separator" style="text-align:center;clear:both;"><a href="http://bp0.blogger.com/_OkSVR9G_B30/SIt1exrMDPI/AAAAAAAABn0/R77RFw7cfGE/s1600-h/id_multimidia.jpg"><img class="alignleft" style="border:0 none;" src="http://bp0.blogger.com/_OkSVR9G_B30/SIt1exrMDPI/AAAAAAAABn0/kDiCUzcAMXc/s200-R/id_multimidia.jpg" alt="" width="144" height="144" /></a></div>
<p>Tradicionalmente, no entanto, os bancos fazem apenas campanhas de massa, com uma única mensagem oferecendo cartão de crédito mesmo para quem já possui. Mas, deveria elaborar uma campanha integrada onde os canais se complementam: a <strong>Internet</strong> pode apresentar peças de <em>teaser</em> até iniciar a campanha da <strong>TV</strong> com benefícios e ofertas; a seguir, a Internet pode entregar anúncios do cartão para os clientes que ainda não o possuem e anúncios de cartões adicionais para quem já é titular de um (através de identificação ou cookies).<br />
Mas, não é só mídia: as <strong>agências</strong> e <strong>caixa-eletrônicos</strong> devem ter peças de <em>merchandising</em>, os <strong>call centers</strong> <em>scripts</em> e conhecimento sobre o cliente para suportar a oferta; sem esquecer dos clientes que usam <strong>buscadores</strong>, aos quais é possível entregar conteúdos diferentes se já foi ou não impactado pela campanha; além de marcar seu perfil em todos os canais como alguém interessado na oferta. Por fim, após a contratação, este não deve mais ser impactado com esta oferta para não jogar mídia fora, aproveitando o espaço para novas ofertas.</p>
<p>Parece bom, não é? O que falta para todas as campanhas serem assim? A tecnologia ainda é nova e nem todos a conhecem bem, mas já existem excelentes ferramentas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Behavioral_targeting"><em>Behavioral Targeting</em></a> (segmentação por comportamento) que se integram aos <em>AdServers</em> para otimizar a mídia e fortalecer o relacionamento.<br />
O que falta de verdade é a cultura da maioria das agências para planejar uma campanha integrada – falta visão mais ampla sobre o real negócio do cliente. Citando novamente Shelly Lazarus, ela explica seu sucesso a frente da Ogilvy: “adoro atuar em conselhos de administração de empresas, pois isso amplia meus horizontes em questões pouco comuns no dia-a-dia da publicidade”.</p>
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		<title>Marketing de Conhecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 00:30:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um termo popular entre os executivos de Marketing e CRM é o Marketing One-to-One, uma vertente do marketing mais preocupada com o cliente do que com o produto. Mas isso não é exatamente algo novo. Na verdade, é uma preocupação em resgatar o passado, quando os vendedores conheciam individualmente seus clientes e podiam atendê-los melhor, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=fredpacheco.wordpress.com&blog=4679828&post=4&subd=fredpacheco&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://bp2.blogger.com/_OkSVR9G_B30/SE3b47PIqOI/AAAAAAAABd8/7SGDE3nUjQw/s1600-h/HSBC"><img style="float:right;width:146px;cursor:pointer;height:92px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_OkSVR9G_B30/SE3b47PIqOI/AAAAAAAABd8/7SGDE3nUjQw/s200/HSBC" border="0" alt="" /></a>Um termo popular entre os executivos de Marketing e CRM é o Marketing One-to-One, uma vertente do marketing mais preocupada com o cliente do que com o produto. Mas isso não é exatamente algo novo. Na verdade, é uma preocupação em resgatar o passado, quando os vendedores conheciam individualmente seus clientes e podiam atendê-los melhor, alavancando o seu potencial de consumo, baseado em ofertas exclusivas e direcionadas.</p>
<p>Essa realidade foi esquecida, com o crescimento do volume de clientes nas empresas, mas hoje a tecnologia está tornando possível o retorno desta filosofia de atendimento individual. A Internet mostrou que era possível atender cada cliente da forma que mais lhe agradasse. Grandes bases de dados permitem que vendedores reais tenham informações suficiente para fazer o mesmo. E muita novidade ainda está por vir! Já começa a despontar o RF-ID, o identificador único, a TV interativa e muitos outros canais para atender o cliente e reter todas as informações sobre cada transação feita com aquele indivíduo.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/fotos/2006/12/15/15_MVG_TV_Philipsplasma1.jpg"><img style="float:left;width:182px;cursor:pointer;height:234px;margin:0 10px 10px 0;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2006/12/15/15_MVG_TV_Philipsplasma1.jpg" border="0" alt="" /></a>Para ilustrar esta potencialidade, imagine a possível estória de Beto (solteiro, 26 anos) e Ana (casada, 55 anos) que ainda não se conhecem hoje, mas em breve estarão juntos em Búzios. Veja bem, eles têm muito em comum: ambos têm renda disponível, gostam de dramas policiais, têm TV interativa, e adoram viajar. Portanto, durante uma reprise de &#8220;Miami Vice&#8221; (em uma TV interativa), um anúncio de pousada em Búzios entra na fila para ir ao ar. Durante o comercial, Beto vê praias de areia branca cheias de jogadoras de voleibol, asas-deltas brilhantes e uma discoteca para solteiros, ao som de rock ‘n roll. Seu interesse cresce, ele clica no ícone interativo com o controle remoto da TV e vê informações detalhadas sobre a viagem.<br />
Assistindo à mesma reprise de &#8220;Miami Vice&#8221; – durante o mesmo intervalo comercial – Ana viu algo totalmente diferente do anúncio de Beto. Isso aconteceu porque ela foi apresentada a uma cena relaxante de praias desertas e um casal de cinqüenta e poucos anos desfrutando um coquetel de frutas depois de dançar ao ritmo da praia – mais próximo de Frank Sinatra que de Limp Bizkit. Ana clica e vê instantaneamente informações detalhadas.</p>
<p>Ambos compraram o mesmo pacote para a mesma pousada em Búzios, mas cada um viu um anúncio diferente, com uma &#8220;roupagem&#8221; customizada do produto. Mas, não é necessária a TV interativa para tornar isso real; contando com boas bases de dados, eles poderiam ter recebido correspondências de mala-direta diferentes, individualizadas e com o conteúdo adequado a cada um, provocando também seu encontro na pousada.</p>
<p>É claro que isso tudo tem um custo – mais elevado do que o do tratamento convencional. Mas vale a pena; vale para a empresa e vale para o cliente, que é melhor tratado e está disposto a pagar mais por isso. Tanto é assim que algumas empresas estão dividindo estes custos com seus clientes, acrescentando alguma taxas. Mas acredito que o futuro esteja mais para o modelo Google (grátis para o cliente).</p>
<p>Muito ainda deve ser definido nesta área, mas o mais provável é que ao invés de dividir o custos com os clientes, as empresas dividam o custo entre si – criando grandes bases de dados públicas onde as empresas dividam as informações e os custos, podendo utilizar melhores recursos e mais informações, com custos menores para cada uma.</p>
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